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| Foto: Aaron Burden |
Enquanto houver poesia
segredam-me os versos
do afeto que lhe guardo
[em mim]
Enquanto houver palavras
alertam-me as rimas
da afeição que concedo
[para ti]
Enquanto houver desejo
revelam-me os olhares
do amor que lhe dedico
[sem fim]
Enquanto houver tempo
anunciam-me os dias
da sua perpétua presença
[aqui]
do afeto que lhe guardo
[em mim]
Enquanto houver palavras
alertam-me as rimas
da afeição que concedo
[para ti]
Enquanto houver desejo
revelam-me os olhares
do amor que lhe dedico
[sem fim]
Enquanto houver tempo
anunciam-me os dias
da sua perpétua presença
[aqui]


6 comentários:
Enquanto houver o teu olhar atento e o teu coração sensível, seremos abraçados pela beleza da tua poesia, meu amigo.
Que bela maneira de voltar ao blog, hein? Amei! Amo quando você faz poesia, ou seja, sempre!
Te abraço.
Olá, Alexandre, prazer!
Que maravilha de poesia, adorei!
Abraços
Maravilhoso, caro amigo! Dança tão suavemente com os versos! Saudades!
Por onde andas, moço??
deixo um cadinho de saudade.
Ahhh Alê,
Enquanto houver um "cadinho" de ternura,
seremos (e)ternamente emoção....
Você me emociona. Sua poesia transborda pelos meus olhos...
Saudades
beijos.
Não pare de vir... não pare de escrever.
Eu peço. ♥
.
Enquanto houver escolha, eu escolho aqui...
A gente pode decidir por muitos caminhos nesta vida...uns mais fáceis, outros bem mais complicados...e diante de tantas escolhas, é preferível ir prosseguindo pelo caminho das doçuras, dos sorrisos, do olhar mais terno que conseguirmos...
te beijo daqui
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